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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Finanças Pessoais: Dicas para quitar dívidas

Oi gente!

Para quem ainda está sofrendo com contas pendentes desde os excessos de fim de ano aqui vão algumas dicas importanes para ajudar vocês a sairem do vermelho.

 

Muitas vezes basta um evento extraordinário para que você perca o controle financeiro da sua vida e fique endividado. Existem várias razões que podem levar uma pessoa a enfrentar dificuldades financeiras e se endividar. Contudo, é preciso entender se estamos falando de uma situação temporária, ou não. Nesse tipo de situação, nossa recomendação é que você se esforce ao máximo, cortando todos os gastos para que possa sair o mais rápido possível dela.

Quais os riscos que você corre ao atrasar o pagamento de uma dívida? O primeiro deles é ser considerado inadimplente e ter seu nome incluído no cadastro de maus pagadores do Banco Central, o que pode lhe causar muita dor de cabeça no dia a dia. E, o segundo, igualmente importante, é o custo que essa decisão acarreta! É frente a esses riscos que você deve priorizar quais dívidas deve pagar primeiro quando a sua situação financeira apertar.

Por mais que a recomendação possa surpreender, nos casos de endividamento temporário, pode valer a pena optar por utilizar o crédito rotativo do cheque especial e do cartão de crédito. Sob essa ótica que não analisa apenas os encargos financeiros, pode valer mais a pena pagar juros extras no cartão e no cheque por alguns meses do que não efetuar o pagamento de um crediário, de empréstimo pessoal, ou financiamento imobiliário, pois nesses outros casos, ainda que os juros sejam menores, você corre o risco de ter o nome sujo ou sofrer a retomada do bem. Mas, como escolher entre o cheque ou o cartão? Se você ainda não estourou o limite do cheque especial, ou seja, se você ainda não emitiu nenhum cheque sem fundo, então o melhor é pagar integralmente a fatura do cartão, deixando para rolar a dívida no cheque especial por mais algum tempo. Não só os juros do cheque especial são mais baixos do que os do cartão, como ao atrasar, desde que não seja emitido cheque sem fundo, não há outros encargos. Por sua vez, no cartão, se você não efetuar o pagamento mínimo, deve também arcar com uma multa de mora de 2%. Além disso, dependendo do relacionamento que você tem com o seu banco, é possível negociar alguns dias de carência sem juros no cheque.


Ainda que existam momentos em que seja preciso priorizar os pagamentos, o ideal é que você consiga recuperar o seu equilíbrio financeiro o mais rápido possível, e para isso é importante estabelecer um plano de quitação das suas dívidas. Por equilíbrio entende-se não ter mais do que 30% do seu orçamento mensal líquido comprometido com o pagamento de prestações.

Publicado por em 03 fevereiro 2012
www.financaspessoais.blog.br


Kisses

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Finanças Pessoais: Não sabemos comprar

Oi gente! 

 

Resolvi postar mais um artigo sobre fiananças pessoais, este artigo dá dicas sobre como não cair nas armadilhas das compras a prazo, das falsas promoções e que devemos pesquisar e "chorar", sim, por um preço mais justo. Foi escrito por Gustavo Cerbasi, meu principal guru financeiro no Brasil. É muito interessante, vale a pena ler.


Não sabemos comprar

Definitivamente, não existem compras parceladas sem juros ou juros baixos em compras parceladas. O que existe são consumidores desavisados, ávidos por consumo, dispostos a acreditar no mais modesto discurso de venda proposto até mesmo por vendedores pouco treinados.
Comprar mal faz parte de nossa cultura, é fácil constatar. Quem faz compras frequentemente em supermercados, ao menos a cada semana, conhece melhor os preços e sabe que palavras como “oferta”, “promoção” e “aproveite” não significam necessariamente que o preço esteja melhor do que em outras lojas. Mas poucos vão ao supermercado semanalmente. Herdamos o mau hábito das compras mensais da época de inflação elevada, quando fazê-las era questão de preservação do patrimônio.
Hoje, quantas famílias não terminam o mês com dívida de R$ 100 no cheque especial e R$ 300 estocados em produtos na despensa? Não faz sentido estocar nada em tempos de inflação controlada.
Negociar preços, por sua vez, é um ato constrangedor para muitos. Num Brasil em que o desperdício e a esnobação são referência de consumo, o hábito de pechinchar acaba sendo entendido como atitude avarenta, mesquinha e desconfortável. Uma negociação de compra e venda parece-se mais com uma relação social entre compradores e vendedores do que com um desafio entre partes com interesses opostos.
Outro problema ocorre no mau hábito -tipicamente brasileiro- das compras parceladas.
Tal vício deveria ser permitido somente àqueles que provassem possuir um controle rigoroso dos gastos mensais. Há quem argumente que é melhor aceitar o parcelamento naquelas situações em que não há juros embutidos. Pura ilusão. Sempre há juros embutidos em compras parceladas.
Cabe a cada um de nós esforçar-se para, após franca negociação, obter o melhor preço à vista. Obviamente, há lojas que são irredutíveis em sua política comercial, não abrindo mão dos juros -isto é, insistindo em que o preço é o mesmo tanto na opção à vista quanto na parcelada.
A solução, nesses casos, é pechinchar na loja concorrente. Há alguns meses, circulei por um shopping de São Paulo em busca de uma geladeira nova para minha casa. O modelo que escolhi, um lançamento, tinha exatamente os mesmos preços e condições expostos nas vitrines de seis lojas diferentes: R$ 2.200 à vista ou dez parcelas de R$ 220. Após sentar para negociar, fechei por R$ 1.750 à vista em uma dessas lojas.
Surpreendente? Apenas adotei a simples estratégia de não fechar o negócio até chegar na proposta final do gerente da loja. Chame o gerente!
Há aqueles que se iludem com o truque dos juros baixos. Recentemente, vi no jornal a propaganda de uma concessionária que anunciava, para um carro que pensava comprar, juro de 0,99% ao mês -uma taxa baixa e sedutora. Como não queria estender muito o financiamento – para não dar mais meio carro em juros embutidos nas várias parcelas –, pedi uma proposta de financiamento de parte do valor do carro em seis prestações.
No momento em que surgiu uma tal “taxa de abertura de crédito” (omitida até então, como se fosse apenas um detalhe), o custo total da operação -o chamado custo efetivo total, de divulgação obrigatória, mas sempre discreta – mostrou juros embutidos de cerca de 2,2% ao mês. Mais do que o dobro da taxa anunciada! Não existe mágica.
Por isso, esteja atento. A pressa, o aumento da renda e uma certa indulgência levam-nos a ignorar a importância da pesquisa de preços e da boa negociação. Não se deixe iludir. Toda vez em que houver um vendedor à sua frente, se lembre de negociar, de valorizar seu dinheiro.
Não se iluda com as falsas promoções, ofertas e generosidades do comércio. Boas compras!
Gustavo Cerbasi (www.maisdinheiro.com.br) é consultor financeiro e autor de Casais Inteligentes Enriquecem Juntos (Ed. Gente), Como Organizar sua Vida Financeira (Elsevier Campus) e Mais Tempo, Mais Dinheiro (Thomas Nelson Brasil).
 
Publicado originalmente no jornal Folha de S.Paulo, em 29/08/2011.


Kisses

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Você está preparado para ser um milionário?

Oi Pessoal!
O post de hoje sobre finanças pessoais, tema que vocês sabem que sou viciada. Todos os dias recebo um artigo maravilhoso do Dinheirama.com, site do qual assino e super recomendo para quem gosta de cuidar bem do seu dinheiro e pretende investir na sua educação financeira. Este foi o artigo que recebi ontem e resolvi dividir com vocês. E a pergunta que não quer calar: Você está preparado para ser um milionário?
"Um assunto que está sendo bem comentado ultimamente é o prêmio de R$ 50 milhões que uma personagem da novela ganhou na loteria e sua dificuldade em lidar com a nova vida de milionária. Mesmo com essa quantia à disposição, ela insiste em manter o mesmo padrão de vida, inclusive o mesmo trabalho. “O dinheiro vai me tornar uma pessoa fútil e esnobe”, diz ela. A ideia desse artigo é debater um pouco sobre nossos padrões, crenças e atitudes com relação ao dinheiro.

Claro que o exemplo acima retrata um personagem de ficção, em que sua trama será explorada ao máximo para render curiosidade e audiência. No entanto, existem muitas pessoas que tem dificuldades em lidar com somas de dinheiro[bb] que venham de forma inesperada.

Um dos fatores que pode dificultar a aceitação de algum ganho é a baixa autoestima. Estamos tão acostumados a ver (e sentir) tudo dar errado em nossas vidas, que a sensação de “eu não mereço” se fortalece e, mesmo com os ganhos extras, a pessoa não se acostuma com a nova sensação e, por incrível que pareça, se sente desconfortável em romper esse vínculo com o fracasso.

O sentimento de culpa também merece uma atenção especial. Somos acostumados, principalmente os que têm pais e avós mais velhos ou que vieram das zonas rurais, que temos que trabalhar duro, suar a camisa, senão o dinheiro “não é justo, merecido”. Muitas pessoas se sentem culpadas por terem um ganho mais “fácil” do que quem trabalhou duro e não teve a mesma “sorte”.

Um estudo mostra que 1/3 dos americanos que ganham nas loterias perdem tudo pouco tempo depois. No Brasil, começamos a ver alguns casos semelhantes recentemente. A falta de educação financeira também tem sua parcela de culpa, mas as pessoas tem a mania de colocar sentimentos ao dinheiro, de dizer que ele é o culpado pelo seu caráter e estado de espírito. Muitos dizem “eu era feliz e não sabia” ou “era melhor quando eu não tinha nada, agora só tenho dores de cabeça”.

Outro fator que merece ser estudado é a religião. São poucas as religiões que tem uma relação neutra com o dinheiro. Algumas o pintam como algo maligno e outras ditam que a pobreza é um pecado, que devemos evitá-lo (como se fosse fácil).

A verdade é que o dinheiro é apenas um papel pintado, criado pelo homem, para ajudar na troca de bens, serviços e mercadorias. Como ele não é um recurso natural, não vem da terra, alimenta todo esse folclore ao seu redor. O certo mesmo seria ter uma atitude imparcial com relação ao dinheiro - qualquer um dos lados, seja o ódio ou o amor extremo, pode ser prejudicial no nosso relacionamento com ele.

Se você deseja ser um milionário ou mesmo ganhar algum dinheiro a mais, lembre-se que nada em sua vida vai mudar. As pessoas interesseiras apenas vão se mostrar mais interesseiras. Muitos milionários, ou até mesmo bilionários, mantém trabalhos voluntários, usam o seu dinheiro tanto para comprar um carro esporte último tipo, um iate ou um jato, como para fazer o bem. O bem no sentido mais amplo, tanto para eles, como para a sociedade."


Este artigo foi escrito por Antonio De Julio. Originalmente no site Dinheirama

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Finanças Pessoais: Qualidade de Consumo

Hi, girls!

Faz tempo que não falo sobre finanças pessoais, né!? Uma grande paixão minha. Leio muitos livros sobre o assunto, a monografia da faculdade foi sobre esse tema e o artigo da pós (que nunca chega ao fim) também está sendo. A grande meta da minha vida é conseguir a independência financeira, ou seja, ficar ricah! rsrs
Nós mulheres que gostamos de moda e beleza geralmente gastamos muito, já que toda hora o mercado lança um novo produto ou uma nova coleção e nós ficamos loucas querendo conhecer/testar e acompanhar as new trends.
Confesso que para mim é bem difícil também equilibrar o meu lado consumista e o lado poupador. E a solução que eu encontrei foi reservar uma parte dos meus rendimentos para a poupança e para outro investimento (que explico depois para vocês). Aí sim, com o que sobra a Black Bloom que mora em mim torra T-U-D-O! Muitas vezes fico apertada, mas aquele money destinado a poupança é sagrado, nunca se pode mexer! As tentações são grandes, mas treinando a gente aprende a resistir. 
Gostaria que vocês assistissem a esse vídeo do Gustavo Cerbasi, um dos meus gurus financeiros. O livro mais famoso dele é o "Casais Inteligentes Enriquecem Juntos".
Nesse vídeo ele fala sobre qualidade de consumo: A importância do autoconhecimento.
Tenho certeza que as dicas serão muito valiosas e serão para a vida toda.


Aos poucos vou postar os outros vídeos do Cerbasi.
Espero que gostem
Kisses

terça-feira, 19 de julho de 2011

Finanças Pessoais: Educação Financeira

No post de hoje resolvi mostrar a vocês um artigo sobre Educação Financeira, que para mim é o começo de tudo para que alguém consiga consumir consciente e chegar a tão sonhada independência financeira.
O que é Educação Financeira?
Por Christiano Lima Santos (www.clube-do-dinheiro.com)
Queria começar este artigo apresentando o conceito de Educação Financeira de alguma fonte de informação respeitada e popular, como a Wikipédia, e seguir então com os devidos ajustes que seriam necessários para que pudéssemos definir esse termo da forma que espero que todos compreendam. Mas, para a minha surpresa, não há definição para tal expressão na Wikipédia em língua portuguesa (o que demonstra um certo desinteresse em algo que deveria ser considerado muito importante)!
Bem, verificando a versão inglesa, encontrei uma definição muito boa, diria até que completa o suficiente para empregarmos aqui sem a necessidade de muitas alterações. A definição, devidamente traduzida, é a seguinte:

Educação Financeira é a capacidade de entender finanças e assuntos relacionados. Mais especificamente, refere-se à capacidade de um indivíduo de fazer julgamentos bem informados e decisões efetivas sobre o uso e gerenciamento de seu dinheiro.

Perceba bem que não se diz “habilidade de ganhar dinheiro” ou “capacidade de evitar gastar o seu dinheiro”, como muitos poderiam imaginar que eu falaria. De forma geral, é a capacidade que um indivíduo tem de tomar boas decisões sobre o uso e gerenciamento de seu dinheiro, ou seja, saber como melhor usá-lo, visando não somente o hoje, mas o amanhã e, possivelmente, o depois.
Outra coisa interessante que descobri quando procurei tal conceito foi o fato de que este é um assunto bastante discutido em certos países com alto nível de desenvolvimento, como Austrália, Japão, Estados Unidos e Reino Unido.
Vejam só, este assunto também é bastante discutido hoje aqui no Brasil e tantos outros países em desenvolvimento, entretanto maior seriedade (inclusive contando com apoio governamental) é encontrada naqueles países, e não aqui, o que aponta que a Educação Financeira é realmente algo muito importante e que, infelizmente, estamos bastante atrasados nesse campo.

Educação Financeira é saber ganhar dinheiro ou evitar gastar dinheiro?
Nem uma coisa, nem outra. Compreenda Educação Financeira. Compreenda Educação Financeira como o conjunto de conhecimentos que estão acessíveis a qualquer um e que pode ajudá-lo a saber melhor empregar seu dinheiro a fim de que possa conduzir sua vida da melhor forma possível.
Não adianta saber ganhar muito dinheiro e gastar todo ele, ou evitar ao máximo gastar dinheiro e não saber como empregá-lo a seu favor. Ambas as ideias podem fazer parte de sua Educação Financeira, mas isoladas não podem ajudá-lo muito, pelo contrário, podem até mesmo prejudicá-lo!
Tome como exemplo uma pessoa que, mesmo precisando de tratamento médico, não o faz a fim de não gastar dinheiro. Obviamente sua saúde pode delibitar-se muito, fazendo-a não somente gastar mais tarde muito mais, como também roubando-lhe momentos preciosos de sua vida. Por falar em “roubar momentos preciosos”, o que acontece com altos executivos que precisam trabalhar 12 horas ou mais por dia, todos os dias da semana, durante décadas sem poder passar seu tempo ao lado de familiares e amigos?
Em ambos os casos, podemos perceber que algo não está bem. Parece bastante simples quando comentado dessa forma, mas há um grande número de perguntas que, quando confrontados, não sabemos responder ou nos sentimos frustrados com as respostas. Quer ver só?
  • Se você for demitido e não conseguir emprego nos próximos meses, o que acontecerá com você e sua família?
  • Se o seu filho quer um brinquedo e você não tem dinheiro para comprá-lo, o que você faz?
  • Quais são as suas alternativas para conseguir aumentar o seu poder aquisitivo? E para ganhar mais dinheiro?
  • Alguma vez você já se preocupou com seu patrimônio líquido?
  • Se você se tornasse milionário repentinamente, o que faria com todo esse dinheiro?
Acredito que muitos de vocês podem até pensar que a última pergunta não possui problema. Bem, há. Vamos conversar um pouco mais com calma…
Quem é a raiz de todos os males: o dinheiro ou o mau gerenciamento do mesmo?
Lembro-me muito bem das palavras de Harv Eker em Os Segredos da Mente Milionária: o problema não é o dinheiro ou a falta do mesmo, mas sim a má gestão do mesmo! Ele comentava isso criticando as pessoas que diziam não se preocupar com assuntos relacionados a dinheiro, lamentando-se por não o ter. Tais pessoas cometiam o erro de acreditar que somente após ter dinheiro sobrando deveriam passar a preocupar-se com o mesmo.
Pessoas ricas sem gestão financeira podem perder tudo devido a más escolhas. Por sorte, o inverso também é verdadeiro: pessoas pobres podem, por meio da boa gestão financeira, construir um caminho sólido rumo a uma vida mais confortável e feliz, com menores preocupações relacionadas ao assunto dinheiro.

Enfim, resumindo…
  • O dinheiro não pode ser mau, pois ele é uma ferramenta criada por nós a fim de facilitar nossas vidas;
  • O problema não é a falta de dinheiro – o dinheiro não é suficiente como consequência de uma má gestão financeira;
  • Aprender a gerir o seu dinheiro e assuntos relacionados ao mesmo é, com certeza, o primeiro passo para reduzir suas preocupações com o mesmo e trilhar seu caminho rumo à independência financeira.

Faço das palavras do Christiano as minhas. Espero que com esse artigo vocês possam refletir a respeito do tema. 
E "rumbora" ficar RICA, everybody?!
   
See you soon!

Kisses